NOVOS CHEFES, GRANDES LÍDERES

CONHEÇA O PERFIL DOS JOVENS QUE ESTÃO EXPERIMENTANDO A LIDERANÇA, OS DESAFIOS QUE ENFRENTAM E COMO AS COMPANHIAS OS PREPARAM PARA AS RESPONSABILIDADES DA GESTÃO

Dentre as empresas que participaram do Guia VOCÊ S/A – As Melhores Empresas para Começar a Carreira 2012, 70% afirmam que incentivam seus jovens funcionários a ter experiências pontuais de gestão. Esse exercício de liderança faz com que eles assumam algumas responsabilidades de gestor sem necessariamente ter de incorporar alguns ônus da função. A finalidade é desenvolver neles habilidades de liderança on the job e deixá-los prontos para assumirem cargos de chefia quando surgirem. 

Na Promon, empresa de engenharia com sede em São Paulo, os jovens são chamados a ocupar temporariamente o posto de líder de projeto quando há oportunidades — e elas acontecem o tempo todo. Leandro Seki, de 26 anos, engenheiro eletricista, que está passando por essa experiência, explica que existe uma certa pressão, mas há um forte apoio dos profissionais seniores. “Embora eu consiga assumir a responsabilidade maior, sei que não estou sozinho.” 

Adriane Takeda, de 26 anos, engenheira do meio ambiente, passa pela primeira vez por essa experiência, que considera desafiadora. “Ganhamos liberdade e responsabilidade à medida que mostramos que podemos lidar com problemas maiores.” A coordenadora de RH da Promon, Roberta Bonamigo, defende que, dessa forma, a liderança é desenvolvida de maneira natural e se torna, mais do que um cargo, uma atitude comum a todos os funcionários. “Eles precisam liderar a si mesmos”, diz Roberta. 

A vontade de crescer de maneira rápida e vertical é uma marca da atual geração. A ambição corporativa é também um valor buscado por muitas companhias na hora do recrutamento, que enxergam aí um desejo de comprometimento sincero. No Banco Bradesco, são bem-vindos os profissionais que sonham, de fato, “em se tornar presidentes do banco, porque isso é possível”, diz José Luiz Rodrigues Bueno, diretor de RH da instituição. Mas os principais atrativos para essa geração são a capacidade de inovar e de impactar pessoas com atitudes de liderança. “O fato de não possuírem vícios profissionais faz com que levantem questionamentos para a renovação de ideias e inovação de processos e produtos”, explica Sandra Rodrigues, diretora de desenvolvimento organizacional da GE no Brasil. 

De acordo com Tatiana Costa, coordenadora de RH do Google, a busca de gestores que têm uma liderança natural causa impacto positivo e rápido na equipe. Dentre os jovens profissionais que participaram da pesquisa deste Guia, a média de tempo que levaram para se tornar líder é de cinco anos e meio. O cargo de gestor, como supervisor, coordenador e gerente, costuma vir entre 25 e 29 anos. É o caso de Douglas Lazaretti, de 28 anos, gerente de uma das agências do Bradesco. “Não esperei a oportunidade chegar para me preparar, eu me antecipei a isso”, diz Douglas. E, como ele quer continuar crescendo, executa seu trabalho pensando nos futuros cargos de liderança. 

Leia mais em: http://www.melhoresempresasparajovens.com.br/materias/lideranca-novos-chefes-grandes-lideres.php

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